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Pixel de remarketing no link curto

Última atualização: Agosto de 2026

Quem clica no seu link curto vai direto para o destino. Como o clique não passa por uma página sua, a rede de anúncios não fica sabendo de nada — e você não consegue montar um público com quem demonstrou interesse.

O pixel resolve isso: o Klyk avisa a rede que alguém clicou, no caminho, e você passa a poder anunciar de novo para essas pessoas.

DemonstraçãoRemarketing a partir do link curto1/5
  1. 1O problema de anunciar com link curto

    Quem clica no seu link vai direto para o destino. Como o clique não passa por uma página sua, a rede de anúncios não fica sabendo de nada — e você não consegue montar um público com quem demonstrou interesse.

    • É o preço de encurtar: o link vive num domínio, e o pixel do anúncio mora em outro.
    • Sem isso, cada campanha começa do zero, falando com quem nunca ouviu falar de você.
  2. 2O identificador do pixel, e só isso

    No link, você cola o identificador da rede. São 4: Meta (Facebook e Instagram), Google Ads, LinkedIn e Pinterest.

    • Não é o trecho de código inteiro: é só o número que a rede mostra no gerenciador dela.
    • O balão de ajuda de cada campo diz em que tela do anunciante o número aparece — que é a dúvida de verdade.
    • O Klyk monta sozinho o endereço que cada rede documenta.
  3. 3O Google Ads pede dois pedaços

    O identificador do Google tem o número da conversão e um rótulo, separados por barra. É o mesmo par que aparece no send_to do trecho que o Google manda copiar.

    • Só o número, sem o rótulo, não dispara conversão nenhuma — e é assim que muita gente sai do gerenciador.
    • Se faltar o rótulo, o Klyk avisa na hora de salvar em vez de aceitar e não disparar.
  4. 4Dá para conferir se disparou

    Cada disparo fica registrado. Na tela de Pixelsvocê vê quantos foram, de que rede, e de que país — o que transforma "acho que configurei certo" em uma resposta.

    • É a diferença entre um campo preenchido e uma função funcionando.
    • Se o número não sobe depois de alguns cliques, o identificador está errado — e aí dá para consertar.
  5. 5O que o pixel não é

    Ele avisa a rede de anúncios que alguém clicou. Ele não conta nada ao Klyk sobre a pessoa, e não substitui o relatório do link.

    • O relatório de cliques continua sendo do Klyk, e continua sem entregar quem clicou.
    • O pixel é opcional: link sem pixel redireciona direto, sem passar por página nenhuma.
    • Com pixel, o clique passa por uma tela de 0,3 segundo — é o tempo de o aviso sair do navegador.

As redes

São 4: Meta (Facebook e Instagram), Google Ads, LinkedIn e Pinterest. Em todas você cola o identificador — não o trecho de código inteiro. O Klyk monta o endereço que cada rede documenta.

O Google Ads pede dois pedaços

O identificador do Google tem o número da conversão e um rótulo, separados por barra — o mesmo par que aparece em send_to no trecho que o Google manda copiar. Só o número, sem o rótulo, não dispara conversão nenhuma. Se faltar, o Klyk avisa na hora de salvar.

Como saber se está disparando

Esta é a parte que ninguém ensina, e é a que importa. Um campo preenchido parece pronto, e pixel que não dispara não reclama: o número simplesmente não sobe, meses a fio.

No painel, em Pixels, cada disparo fica registrado — quantos foram, de que rede e de que país. Clique no seu próprio link algumas vezes e confira se o número sobe. Se não subir, o identificador está errado.

Se você já tinha pixel configurado

A partir de agosto de 2026 o Klyk confere o formato do identificador ao salvar. Vale abrir os links que já tinham pixel, conferir os campos e salvar de novo — em especial o do Google Ads, que passou a pedir o rótulo junto do número.

O que o pixel não é

Pixels estão nos planos Pro e Business. Marque também as campanhas com UTM — assim o relatório do Klyk e o gerenciador de anúncios falam da mesma coisa.