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O cartaz funcionou? QR Code e link, contados à parte

Última atualização: Agosto de 2026

Você mandou dois mil cartazes para a gráfica com o QR Code do seu link. No fim do mês o relatório diz 1.284 cliques — e o mesmo link estava também na bio do Instagram e no grupo do WhatsApp. Quantos vieram do cartaz?

Até agora, não havia como saber. Agora há.

DemonstraçãoO cartaz funcionou? Agora dá para responder1/5
  1. 1A pergunta de quem imprimiu um cartaz

    Você mandou dois mil cartazes para a gráfica, com o QR Code do seu link. No fim do mês, o relatório diz 1.284 cliques — e não diz quantos vieram do cartaz.

    • O mesmo link costuma estar em três lugares ao mesmo tempo: o cartaz, a bio do Instagram e o grupo do WhatsApp.
    • Sem separar, não há como saber se a gráfica valeu a pena — e a decisão de imprimir de novo vira palpite.
  2. 2O QR carrega uma marca; o link, não

    O endereço que vai dentro do desenho do QR leva uma marca curta. O endereço que você copia para colar continua limpo.

    • São dois endereços com propósitos diferentes, e é essa diferença que permite a separação.
    • A marca é consumida no caminho: ela nunca chega ao site de destino, então não suja o Google Analytics que você já tem lá.
    • Quem digitar o endereço à mão continua chegando ao mesmo lugar — a marca é opcional.
  3. 3Medido, e não deduzido

    A tentação seria adivinhar — "clique sem origem, num celular, deve ser QR". Isso erra nos dois sentidos, e erra em silêncio.

    • Link colado no WhatsApp também chega sem origem conhecida, e seria contado como QR.
    • QR lido pelo navegador do Instagram às vezes chega COM origem, e seria contado como link.
    • Um relatório que separa por palpite é pior do que um que não separa: ele parece uma resposta.
  4. 4No relatório

    Um bloco novo na página do link: quantos leram o código impresso e quantos clicaram no endereço.

    • Só aparece quando existe ao menos um clique de QR — mostrar "QR: 0" em todo link seria ruído.
    • Vale em todos os planos, inclusive no gratuito: quem imprime cartaz costuma ser exatamente o pequeno negócio que ainda não paga.
  5. 5E os cliques antigos?

    Aparecem à parte, como "antes da separação". Eles não carregam a marca, e somá-los a "link" seria inventar história.

    • A linha some sozinha quando o período que você escolheu deixa de alcançar esses cliques.
    • É a mesma disciplina do resto do relatório: dizer "não sei" quando não se sabe é o que faz os outros números valerem alguma coisa.

Como funciona

O endereço que vai dentro do desenho do QR Code carrega uma marca curta — ?k=qr. O endereço que você copia da tela para colar no WhatsApp continua limpo. São dois endereços com propósitos diferentes, e é essa diferença que permite separar.

Medido, e não deduzido

Daria para adivinhar: "clique sem origem conhecida, num celular, provavelmente é QR". O Klyk não faz isso, e a razão é que o palpite erra nos dois sentidos — e erra em silêncio.

Link colado no WhatsApp também chega sem origem conhecida, e seria contado como QR. QR lido pelo navegador do Instagram às vezes chega com origem, e seria contado como link. Um relatório que separa por palpite é pior do que um que não separa, porque parece uma resposta.

Os cliques antigos

Cliques anteriores a agosto de 2026 não carregam a marca. Eles aparecem numa linha própria, "antes da separação", em vez de serem somados a "link".

Por que não somar tudo em 'link'

Porque seria inventar história: parte daqueles cliques veio de QR. A linha some sozinha quando o período que você escolheu deixa de alcançá-los.

Onde ver

Na página do link, num bloco chamado Como chegaram até aqui. Ele só aparece quando existe ao menos um clique de QR — mostrar "QR: 0" em todo link seria ruído.

Vale em todos os planos, inclusive no gratuito. É a pergunta de quem imprime cartaz, e quem imprime cartaz costuma ser exatamente o pequeno negócio que ainda não paga.

Para separar mais do que isso — cartaz da porta contra cartaz do balcão —, crie um link para cada e use as marcações de campanha.