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Compartilhar do celular direto para o Klyk

Última atualização: Agosto de 2026

Encurtar um link no celular custava seis passos: abrir o aplicativo onde o link está, copiar o endereço, sair, abrir o Klyk, achar "Criar link", colar. No meio do caminho o teclado esconde metade da tela, e às vezes a área de transferência já foi sobrescrita por outra coisa.

Agora são dois: Compartilhar → Klyk. O Klyk aparece na mesma lista onde estão o WhatsApp e o e-mail, e abre com o endereço já preenchido.

DemonstraçãoDo aplicativo de origem ao link criado1/6
  1. 1Instalar o Klyk no celular

    O atalho só existe depois de instalar. É o passo que ninguém adivinha — e sem ele o resto desta demonstração não aparece em lugar nenhum.

    • No Android: abrir klyk.app.br no Chrome, tocar nos três pontinhos e escolher "Instalar aplicativo".
    • Não é loja de aplicativos, não é download, e não ocupa espaço como um app comum: é o próprio site ganhando ícone e janela própria.
    • No computador também dá, pelo ícone de instalar na barra de endereço — só que lá a folha de compartilhamento do sistema não existe, e o atalho fica sendo o de segurar o ícone.
  2. 2Em qualquer aplicativo: Compartilhar → Klyk

    No YouTube, na loja, no navegador, no aplicativo do banco. Onde houver o botão de compartilhar, o Klyk agora está na lista, junto do WhatsApp e do e-mail.

    • A folha de compartilhamento é uma tela do sistema, e não do Klyk — é por isso que ela tem a mesma cara em todos os aplicativos.
    • Nada é enviado ainda: o sistema só passa adiante o que o aplicativo de origem entregou.
  3. 3O Klyk abre com o endereço já preenchido

    A tela de criar link abre com o destino no lugar. Encurtar deixa de ser copiar, sair, abrir, achar, colar — e passa a ser conferir e confirmar.

    • O título da página compartilhada vira o título do link, quando o aplicativo de origem manda um.
    • Tudo continua editável: apelido, pasta, equipe, marcações de campanha. O preenchimento é ponto de partida, não decisão tomada.
    • Se sua sessão tiver expirado, o Klyk pede o login e volta para esta mesma tela, com o endereço intacto.
  4. 4Onde o endereço vem escondido

    Os aplicativos não concordam sobre onde põem o link. O Chrome manda separado; o WhatsApp manda tudo junto, com o endereço no meio de uma frase.

    • O Klyk procura nos três campos, nesta ordem: o endereço separado, o texto solto, e por último o título.
    • Achando o endereço dentro de uma frase, o que sobra da frase vira o título do link — costuma descrever melhor que o título da página.
    • A pontuação da frase fica de fora. "veja https://exemplo.com.br/a." tem o ponto final como parte do texto, e não do endereço.
  5. 5O que o Klyk recusa, e por quê

    Só entra endereço que comece com http:// ou https://. O resto é recusado com aviso, e não em silêncio.

    • Compartilhar um trecho de texto selecionado, sem link nenhum, abre o formulário vazio com a explicação do porquê.
    • Endereços de outros tipos são descartados. Não é preciosismo: um endereço que executa código, guardado como destino, viraria um link clicável no painel de quem o criou.
    • O Klyk também não completa endereço pela metade neste caminho. "exemplo.com.br" digitado por você vira https://; vindo de outro aplicativo, ele prefere perguntar.
  6. 6Conferir e criar

    Daqui em diante é a tela de criar link de sempre: apelido, pasta, equipe, UTM, expiração. Só que a parte chata já está feita.

    • O link nasce igual a qualquer outro: aparece na lista, tem QR Code, tem relatório de cliques.
    • Compartilhando para uma equipe, dá para escolher o espaço antes de criar — o link nasce visível para todos os membros.

1. Instalar o Klyk é o que liga o atalho

O Klyk é um aplicativo instalável — o próprio site, com ícone e janela própria. Não é loja de aplicativos e não é download: no Android, abra klyk.app.br no Chrome, toque nos três pontinhos e escolha Instalar aplicativo.

A partir daí o Klyk existe para o sistema, e não só para o navegador. É essa diferença que faz ele aparecer no botão de compartilhar dos outros aplicativos.

No computador também instala

Pelo ícone de instalar na barra de endereço. Lá a folha de compartilhamento do sistema não existe, mas segurar (ou clicar com o botão direito) no ícone do Klyk mostra os atalhos de criar link e abrir a lista.

2. O endereço nem sempre vem onde deveria

Quando um aplicativo compartilha alguma coisa, ele manda até três campos: um título, um texto e um endereço. A especificação existe — e os aplicativos não concordam sobre qual usar.

Quem compartilhaOnde põe o endereçoComo vem
Chrome, Firefox, SafariurlTítulo e endereço separados
WhatsApp, TelegramtextTudo numa frase só
YouTube, lojas, apps em geraltextSó o endereço, sem frase
Alguns aplicativos antigostitleO endereço no lugar do título

O Klyk procura nos três, nessa ordem de confiança. Achando o endereço no meio de uma frase, o que sobra da frase vira o título do link — e costuma descrever melhor do que o título da página de origem.

A pontuação fica de fora

Em veja https://exemplo.com.br/a. o ponto final é da frase, e não do endereço. Ele é retirado. O parêntese de um endereço que tem parêntese de verdade — como os da Wikipédia — continua.

3. O que o Klyk recusa

Se a sessão tiver expirado

O Klyk pede o login e volta para a mesma tela, com o endereço compartilhado intacto. Antes disto o login mandava todo mundo para a visão geral, o que neste caminho significaria perder justamente o que se acabou de compartilhar.

Depois de criar

O link nasce igual a qualquer outro: aparece na lista, tem QR Code e tem relatório de cliques. Dá para ajustar apelido, pasta, equipe e marcações de campanha antes de confirmar — o preenchimento é ponto de partida, não decisão tomada.